NEWS – AMON AMARTH LISBOA

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AMON AMARTH REGRESSAM A LISBOA

O metal sueco volta a invadir a capital. Amon Amarth trazem a Lisboa o seu espetáculo épico, acompanhados por duas das bandas mais pesadas da atualidade.
Lisboa prepara-se para receber uma verdadeira noite de metal sueco. No dia 15 de novembro de 2026, os Amon Amarth regressam à capital portuguesa para um concerto na Sala Tejo da MEO Arena, numa noite que promete juntar peso, melodia, brutalidade e, claro, muita cerveja imaginária em honra dos deuses nórdicos.
E se a presença dos Amon Amarth já seria motivo suficiente para marcar a data no calendário, o cartaz ganha ainda mais força com duas bandas de suporte que dispensam apresentações: Orbit Culture e Soilwork.
O concerto é organizado pela Prime Artists.

AMON AMARTH — O METAL VIKING ESTÁ DE VOLTA
Poucas bandas conseguiram transformar a mitologia nórdica numa identidade musical tão reconhecível como os Amon Amarth.
Formados em Tumba, na Suécia, em 1992, os Amon Amarth construíram ao longo de mais de três décadas uma carreira assente num death metal melódico poderoso, onde guitarras esmagadoras, refrões épicos e a voz inconfundível de Johan Hegg se encontram com histórias de vikings, batalhas, deuses e mitologia escandinava.
A banda tornou-se uma das maiores referências do death metal melódico europeu, conquistando uma legião de seguidores muito para além do circuito mais extremo.
Álbuns como “Once Sent from the Golden Hall”, “Versus the World”, “Twilight of the Thunder God”, “Surtur Rising” e “Jomsviking” ajudaram a consolidar a identidade da banda e transformaram temas como “The Pursuit of Vikings”, “Guardians of Asgaard” e “Twilight of the Thunder God” em verdadeiros hinos de palco.
E ao vivo é precisamente onde os Amon Amarth ganham outra dimensão.
Os concertos da banda são conhecidos pela componente visual e teatral, pelas enormes produções de palco e pela capacidade de transformar uma sala de espetáculos num verdadeiro campo de batalha viking.
Preparem os cornos — metaforicamente ou não — porque Johan Hegg e companhia estão de volta a Lisboa.

SOILWORK — UMA INSTITUIÇÃO DO METAL SUECO
Completar o cartaz com Soilwork é acrescentar décadas de história ao menu.
Formados em Helsingborg, na Suécia, em 1995, os Soilwork são uma das bandas fundamentais para perceber a evolução do death metal melódico sueco.
Ao longo da sua carreira, a banda conseguiu combinar agressividade, melodia, técnica e estruturas mais acessíveis, ajudando a definir aquilo que viria a ser conhecido como o som de Gotemburgo e a sua evolução para formas mais modernas e progressivas de metal.
Álbuns como “The Chainheart Machine”, “A Predator’s Portrait”, “Natural Born Chaos”, “Figure Number Five” e “Stabbing the Drama” fazem parte da história do género e continuam a ser referências para várias gerações de músicos e fãs.
A voz de Björn “Speed” Strid tornou-se uma das marcas da banda, alternando entre agressividade e melodias que ajudaram a tornar os Soilwork numa presença incontornável nos grandes palcos internacionais.
Depois de mais de duas décadas de carreira, inúmeras digressões e uma discografia que atravessa diferentes fases do metal moderno, os Soilwork continuam a provar que experiência e peso podem andar perfeitamente de mãos dadas.

ORBIT CULTURE — PESO, PRECISÃO E UMA BOA DOSE DE CAOS
Antes dos cabeças de cartaz, a responsabilidade de aquecer a Sala Tejo estará entregue aos Orbit Culture.
Também oriundos da Suécia, os Orbit Culture têm vindo a afirmar-se como uma das propostas mais interessantes da nova geração do metal europeu.
A banda, liderada por Nicolas “Niklas” Karlsson, mistura death metal melódico, groove metal, thrash e elementos modernos, criando um som particularmente pesado e dinâmico.
Com uma abordagem que tanto pode passar por riffs esmagadores como por momentos melódicos e atmosferas mais densas, os Orbit Culture conseguiram construir uma identidade própria num panorama onde não faltam bandas a tentar reinventar o metal moderno.
Lançamentos como “Rasen”, “Nija”, “Shaman” e “Descent” mostram uma banda em constante evolução, sem nunca perder de vista aquilo que realmente interessa: peso, riffs e uma brutalidade bem afinada.
Para quem ainda não teve oportunidade de os ver ao vivo, esta é uma excelente oportunidade para descobrir uma banda que tem vindo a ganhar cada vez mais espaço no circuito internacional.
E para quem já conhece… bem, sabe que provavelmente não vai ficar parado.

UMA NOITE, TRÊS BANDAS, UMA SALA
Com Amon Amarth, Orbit Culture e Soilwork, o concerto de Lisboa junta diferentes gerações do metal sueco numa só noite.
Do death metal melódico clássico à nova geração de riffs modernos, passando pelo espetáculo épico dos Amon Amarth, o cartaz tem todos os ingredientes para uma noite particularmente pesada na capital.
E, conhecendo o público português, é fácil imaginar o que vai acontecer quando começarem a soar os primeiros riffs.
Não será propriamente uma noite para ficar encostado à parede.
SERVIÇO
Amon Amarth + Orbit Culture + Soilwork
📅 15 de novembro de 2026
📍 Sala Tejo — MEO Arena, Lisboa
🚪 Abertura de portas: 17h30
🔥 Início do espetáculo: 18h30
🎤 Organização: Prime Artists
Lisboa tem encontro marcado com os deuses nórdicos.
Amon Amarth estão de volta. E desta vez trazem reforços.

CAIXA NEGRA DIZ:
Se gostam de metal pesado, não precisam de grandes desculpas para marcar 15 de novembro no calendário. Se gostam de Amon Amarth, Soilwork ou Orbit Culture, então a desculpa já está dada.
Vemo-nos no pit.
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